terça-feira, 29 de setembro de 2009

Papiro do futuro

Reportagem trata da sobrevivência ou obsolescência do papel
Um tubo plástico portátil, com uma aba que permite que se desenrole uma tela flexível, da espessura de uma folha de papel, na qual se podem ler livros, revistas, jornais ou qualquer conteúdo digitalizado. Dispositivos como esse - curiosamente similares aos ancestrais papiros - ainda são apenas uma visão do futuro, uma projeção feita pela indústria tecnológica. Mas, vislumbrado hoje em e-readers como o Kindle, esse futuro se mostra mais próximo que nunca. E traz as questões que movem este caderno, sobre a sobrevivência ou obsolescência do papel. A questão sensorial é lembrada como característica imbatível do papel. Diretor editorial da Cosac Naify (especializada em edições que exploram diferentes formatos e materiais), Cassiano Elek Machado chama atenção para esse aspecto. “A relação tátil com o livro sempre será importante. Valorizamos isso com o uso de transparências, texturas, algo que o papel eletrônico não reproduz. E sinto falta da preocupação editorial específica nos e-books. A tecnologia digital oferece várias possibilidades, tanto em termos visuais quanto narrativos. Não vejo elas serem aproveitadas”, completa.
Fonte - 26/09/2009 - Leonardo Lichote
http://www.publishnews.com.br/telas/clipping/detalhes.aspx?id=53951

Um comentário:

danielle disse...

ACHEI ESSA REPORTAGEM MUITO INTERESSANTE...ZULATO É CULTURA!!!
DANY MUNIZ