domingo, 2 de setembro de 2012

Pessoas como fator competitivo

No âmbito social, os efeitos da globalização se intensificaram de tal modo que estamos sendo afetados por movimentos, tais como; o desemprego; as pessoas como fator competitivo; a comunicação eliminando fronteiras; a procura por talentos em todo o mundo para trabalharem para as empresas de tecnologia do primeiro mundo; a falta de perspectivas ou entusiasmo da juventude com relação a seu futuro; entre outros. Todos fenômenos de amplitude mundial, todos influentes na estrutura da empresa.
Dentro das empresas e diante de tantas mudanças, somos solicitados a todo momento, desde em nossas atividades mais operacionais até nas mais estratégicas e gerenciais a termos um papel pró-ativo, ou seja, girar, transformar, inovar e criar para sobreviver. O papel das atividades humanas nas empresas, certamente, não está mais relacionado aquela antiquada descrição de cargo e função, mas muito mais que isso: envolve todo um perfil capaz de trazer o dinamismo, a inteligência e a criatividade.


Neste contexto, é primordial a mudança de mentalidade das empresas, pois a maneira como ela deseja ser percebida pelos seus colaboradores e pela comunidade traz a tona a necessidade de discutir e incorporar novos valores a sua cultura, e é aqui que residem os verdadeiros desafios para os Lideres empresariais, ou seja, o desafio está agora em direcionar esforços para entender e utilizar de forma ótima os talentos humanos nas empresa.
Portanto, a maior preocupação dos dirigentes passa a ser a de descobrir se os profissionais que hoje compõem seu negócio – em todos os níveis –, estão adequados para as necessidades e para os desafios que virão.
Neste contexto, ter pessoas capacitadas que atendam as demandas, torna-se fundamental e estratégico para o sucesso do negócio, ou seja, os esforços dos dirigentes que vislumbram construir empresas de sucesso devem estar concentrados no sentido de entender as mudanças necessárias que deverão ser implementadas para que a empresa valorize e cultue o conhecimento, uma vez que este é o seu maior patrimônio.
Se observarmos mais detidamente a nossa volta, entenderemos que todos nós de uma forma ou de outra trabalhamos em atividades de conhecimento.
Isto significa uma transformação na forma como organizamos os trabalhos na empresa, pois passa a ser exigido um maior refinamento na forma de gerenciamento. E é importante termos em mente que as empresas que estão crescendo e se consolidando, em qualquer ramo de atuação, estão adotando uma postura de gerenciamento diferente da tradicional. Seja por causa de suas lideranças mais inovadoras e de mentalidade mais humanista, seja através da adoção de instrumentos que possibilitam a realização desta prática de forma estruturada
Precisamos compreender que a gestão harmônica das Pessoas tornou-se um diferencial competitivo e que esta "nova" abordagem é consistente e responde a necessidade atual e futura de se obter Excelência Empresarial.
Obter excelência organizacional deve ser um trabalho realizado com e através das Pessoas. De todas as atividades desenvolvidas pelos Gestores as decisões sobre as pessoas são as mais importantes, porque elas, em última analise, determinam de fato a capacidade da empresa em se organizar.
Dessa maneira, teremos que voltar nossos olhos com atenção as atividade de gerenciamento de Pessoas.
Algumas estratégias, ao serem adotadas de forma consistente e objetiva elevam consideravelmente a qualidade de Gerenciamento na empresa, são elas:
Alinhar as políticas de gestão de Pessoas, de modo a fortalecer os Gestores da empresa (até o topo) na execução de estratégia, movendo o planejamento da sala de reunião para o campo.
A empresa deve se tornar uma especialista no modo como o trabalho é organizado e executado, provendo eficiência administrativa para garantir que os custos sejam reduzidos enquanto a qualidade é mantida.
Ter a sincera preocupação com as Pessoas que trabalham na empresa, independente do nível e ao mesmo tempo trabalhar para aumentar a contribuição de cada uma das Pessoas – estimular a visão de resultados.
Os profissionais da área de gestão de Pessoas devem se tornar agentes de contínua transformação, desenhando processos e uma cultura que aumente a capacidade de mudar da organização.
Frente a estes desafios, torna-se vital entender o contexto de transformações que estamos inseridos. Cabe ressaltar que esta abordagem traz desafios significativos aos profissionais que gerenciam Pessoas e/ou que dominam uma área de conhecimento especializado, isto é:
Prepare-se para olhar a empresa sob o ponto de vista de processos, projetos e equipes multidisciplinares.
Comece a levantar e entender as habilidades, conhecimentos e competências que as Pessoas e as Equipes possuem. Ajude a desenvolver a mentalidade do conhecimento em sua empresa.
Os Gerenciadores de pessoas devem ser empossados de fato em todas as ações envolvendo relações interpessoais.
  • Viva e contribua intensamente no processo de descentralização.
  • Crie processos e sistemas que aproximem e fortaleçam as Pessoas.
  • Reavalie você e sua equipe.
O profissional independente de sua área de atuação/conhecimento deve ser um agente de contínua transformação, desenhando processos e uma cultura que aumente a capacidade de mudar da organização.
Por outro lado, a competitividade acirrada traz a necessidade de se ter uma nova forma de enxergar a empresa, ou seja, sob o ponto de vista de processos bem claros, projetos a serem realizados e equipes multi-diciplinares.
Neste aspecto, é necessário começarmos desde já a levantar habilidades, conhecimentos e competências que as pessoas da empresa possuem, tornando-se vital desenvolver na empresa a valorização e a mentalidade do conhecimento.
Para finalizar esta sintética explanação de uma das mais fascinantes vertentes do conhecimento, no que diz respeito as relações interpessoais e ao gerenciamento de Pessoas, busquei uma jóia do expoente da Administração Moderna, que pode nos encaminhar a uma diferente reflexão em relação a gestão de Pessoas no âmbito empresarial.
"Os executivos gastam mais tempo gerenciando pessoas e tomando decisões sobre elas, do que qualquer outra atividade – e deveriam assim fazê-lo. Nenhuma outra decisão é tão duradoura em suas conseqüências ou tão difícil de desfazer-se. E ainda, mesmo assim, executivos promovem e tomam decisões inadequadas sobre suas equipes; como consequência, seus acertos não são melhores que 33%. Na maioria, um terço destas decisões são acertadas, um terço são minimamente efetivas e um terço são erradas.
Em nenhuma outra área de gerenciamento poderíamos aceitar uma performance tão baixa."
Peter Drucker


Fonte: Linkedin

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Será que os dias dos livros impressos realmente estão contados?


Se você é um fã de livros, provavelmente ficou encantado com o vídeo acima, produzido pelo usuário do YouTube crazedadman. Ele e sua esposa dedicaram inúmeras noites em claro movendo, empilhando e criando a animação com os livros na livraria Type Bookstore, de Toronto, resultando nesse fantástico vídeo.Com a mensagem de que “não existe nada como um livro de verdade”, crazedadman nos leva a pensar nos novos dispositivos eletrônicos que não param de chegar. Todo mundo quer ter um. Não importa o quê. Seja um smartphone novo, um computador de última geração ou qualquer outro dispositivo lançado no mercado que cria nas pessoas novas necessidades.E quase todos querem ter um Kindle, não é mesmo? Se você gosta de ler, então imagine poder carregar uma biblioteca inteira dentro de um aparelhinho tão leve e pequeno.
Mas será que um dispositivo como esse conseguiria substituir a sensação de sentir o cheiro do papel, a textura das folhas, encontrar as páginas marcadas onde os leitores dedicaram mais tempo à leitura e até mesmo as orelhas?

Fonte: TECMUNDO

sábado, 3 de dezembro de 2011

Vamos trabalhar menos e com satisfação?

Com organização e foco é possível produzir melhor e ter mais qualidade de vida. É preciso mudar a visão: de tempo gasto para tempo investido.

As transformações no mundo do trabalho anunciadas pelas mudanças tecnológicas sempre estiveram presentes nas discussões entre especialistas. A substituição do trabalho humano pela máquina acabou sendo “personalizada” no robô. As novas formas de trabalho e de produtividade passaram do chão de fábrica para os escritórios, para os serviços, para a construção civil e para a agricultura.
Em 1986, em palestra para a Confederação dos Sindicatos Cristãos, André Gorz, cientista social francês, afirmava: “o trabalho pago poderá deixar de ocupar a maior parte de nosso tempo e de nossas vidas”. Recomendava aos sindicalistas que fosse encontrado novo sentido para a vida que não aquele do trabalho pago, da ética profissional, do rendimento. Imaginava que a jornada anual de trabalho deveria recuar para 1.100 horas. (ver Gorz, André – Metamorfose do Trabalho – Annablume – 2007).
Um quarto de século depois e em um país emergente como o Brasil podemos analisar como mudou o trabalho. Com relação à jornada semanal, a Constituição Federal reduziu-a para 44 horas, ante as anteriores 48.
Foi suficiente para liberar a maior parte do tempo do trabalhador? Nas grandes cidades, o aumento do tempo de deslocamento para o trabalho eliminou qualquer vantagem dessa redução. Então, consumimos nossa vida no trabalho? As reflexões sobre as características da Geração Y lembram: o trabalhador também mudou.

A vida além do trabalho

É dito que o jovem executivo está mais interessado na família, no lazer, na vida além do trabalho e que a empresa deve se adaptar a esse novo trabalhador. Também a conversão das pessoas e das empresas para a responsabilidade social tem exaltado a inserção comunitária, o mais das vezes, em horários de folga.
Muitos selecionadores valorizam a participação cidadã dos candidatos. Por sua vez, é prova de modernidade as empresas incorporarem a questão da satisfação dos seus contratados, havendo concursos para selecionar “As Melhores Empresas para Trabalhar”.
Os sindicatos fazem campanhas pela redução da jornada, com a contradição de se privilegiar os preços das horas extraordinárias. Nos últimos tempos, passaram a apresentar reivindicações relacionadas à questão de gênero, raça, assédio moral e doenças relacionadas à intensificação do trabalho. Na linha da vida fora do trabalho, o avanço foi na licença maternidade de seis meses, ainda optativa.
Internacionalmente, a agenda da OIT defende o trabalho decente. É uma proposta ampla o suficiente para condenar tanto o trabalho escravo ou de crianças, em países atrasados, como a pressão por qualidade ou produtividade que tem levado à prática do suicídio, quer na Europa, quer na China.
A realidade é que ainda se passa a maior parte da vida em função do trabalho pago. Mas o desemprego cresce a cada dia, como vemos na Espanha, Itália e nas manifestações na Grécia. Ou seja, esse é um modelo que precisa de evolução e mais equilíbrio.

Fonte: Webinsider

sábado, 5 de novembro de 2011

Livros: o pirata, o e-book e o livro aplicativo

As pessoas hoje leem de modo diferente e pensam de modo diferente. É chegada a hora de os escritores escreverem de modo diferente.

O suporte eletrônico é, atualmente, muito utilizado no registro de conteúdos úteis. Registrar informação em meio eletrônico significa armazená-la numa sequência binária – uma imensa sucessão de zeros (0) e uns (1), quer dizer, de sensibilizações elétricas nos filamentos do chip (os zeros) e de ausências de sensibilização (os uns).
Esse modelo digital amplia consideravelmente o conhecimento. Aliás, a relação é direta: quanto mais aperfeiçoado o suporte, maior o universo de pessoas alcançadas pela informação. O registro em pedra, argila ou papiro foi, certamente, lido por muito menos gente que a idêntica informação impressa em livro-papel e, hoje, o meio eletrônico permite ainda maior propagação de ideias.
Quando, há uns vinte anos, o computador entrou em nossas casas e, em seguida, apareceu a internet, falaram no surgimento de uma nova dimensão, a virtual. A ideia foi extensamente explorada. Levando-a ao extremo, há quem se vista de avatar, para experimentar a “segunda vida”.
Mas, como propôs Select, de Paula Alzugaray, a era virtual já terminou – não retornamos ao analógico, mas, como o digital se incorporou de tal modo ao nosso cotidiano, soa anacrônico continuarmos falando numa dimensão paralela.
Nesta era pós-virtual, o livro digital se dissemina sem despertar maiores curiosidades ou estranhezas. A rigor, “livro digital” pode ser definido por três perfis diferentes: o digital pirata, o e-book e o livro-aplicativo.
O digital pirata é a digitalização do livro-papel por pessoa não autorizada, para venda ou disponibilização por download na internet. É prática lesiva aos escritores e editores, pois evidentemente não recebem nenhuma remuneração.
A defesa dos direitos intelectuais é impraticável: os custos para localizar e processar o pirata são consideráveis e irrecuperáveis e nada impede que, identificado e processado, o pirata facilmente reinicie, seguidas vezes, a pirataria.
O e-book é outra coisa, completamente diferente do pirata, mas também chamado de livro digital. A diferença não está somente no respeito aos direitos intelectuais. Enquanto o digital pirata é uma simples transposição do livro-papel para o meio eletrônico, num arquivo sem graça, o e-book recebe roupagem própria e isso o embeleza e o valoriza.
Há duas gerações de e-book. Na primeira, o texto impresso passa a ser veiculado por meio eletrônico. O produto permite ao leitor algumas facilidades inexistentes no livro-papel, como a reconfiguração das fontes e a utilidade de trazer, à mão, muito maior quantidade de obras. Mas ainda é o mesmo texto, o mesmo livro, que tanto pode ser lido em papel como na tela do computador.
Na segunda geração de e-books, agregam-se ao texto, filmes e trilha sonora, como forma de estimular a leitura ou torná-la uma experiência diferente. É um livro para ser assistido (ou um filme para ser lido?). Parece mais uma nova espécie de entretenimento, para as pessoas que precisam, diante do escrito, de estímulos extras para se divertirem.
O terceiro modelo em suporte eletrônico, também chamado de livro digital, é o livro-aplicativo. Diferente do digital pirata e do e-book, o seu texto não foi originariamente concebido para veicular-se em papel e, depois, transposto à mídia eletrônica. O livro-aplicativo é concebido e escrito para ser lido apenas neste suporte. Desde o início, em razão dos hiperlinks na estruturação do conteúdo, ele não pode ser lido em papel.

Novas experiências de leitura

Escrevi um livro-aplicativo. É uma obra didática, na área jurídica, que tem por base meu livro-papel de maior vendagem. Quando levei a obra à editora, tive dificuldade, no início, para que entendessem o novo produto.
O primeiro protótipo desenvolvido contava com ícone para impressão e reproduzia, na tela do computador, a imagem e a sonoridade do movimento de páginas virando. Pensaram que era mais um e-book. Insisti no conceito: eu tinha escrito um livro que não podia ser lido em papel; nada, nele, deveria evocar a experiência da leitura neste suporte.
O livro aplicativo não serve apenas para os textos didáticos. Imagino que grandes escritores poderiam propor, por hiperlinks, alternativas de leitura de um Memórias Póstumas de Brás Cubas, por exemplo. A curiosidade do leitor criando, enquanto lê, novas narrativas da trama de Machado de Assis – seria algo semelhante ao que, em papel, já fizeram Antonio Callado, Lygia Fagundes Telles, Osman Lins e outros com o Missa do Galo, também da obra machadiana.
O conceito básico do livro-aplicativo parte da constatação: a internet mudou nosso modo de leitura e apreensão de informações. No mundo pós-virtual, as contextualizações são mais evidentes e amplas, e deparamo-nos sempre com sugestões de remissões rápidas a conteúdos de apoio ou aprofundamento. São possibilidades completamente exploráveis apenas pelo meio eletrônico, que moldam (remodelam?) nosso pensamento.
As pessoas hoje leem de modo diferente – na verdade, pensam de modo diferente. É chegada a hora de os escritores escreverem de modo diferente.

Fonte: Webinsider

Quem controla o tempo tem mais tempo livre

Imprescindível desenvolver consciência sobre a necessidade de planejar bem as atividades, organizar a agenda e cultivar a disciplina. Seguem sete sugestões.

“Preciso de mais tempo” é um dos comentários mais comuns nas empresas de tecnologia hoje em dia. O tempo, em sua forma absoluta, passa da mesma forma, nem mais devagar nem mais rapidamente; nós é que precisamos encontrar meios de aproveitá-lo ao máximo, vivendo todos os instantes intensamente.
Como integrantes de uma sociedade corporativa, repleta de profissionais em busca de crescimento, reconhecimento e sucesso, eis um ponto de extrema relevância: a organização do nosso tempo.
Como os profissionais de tecnologia são multitarefas, realizando atividades tão díspares entre si que se tem a impressão de haver vários profissionais em um só, é imprescindível desenvolver consciência sobre a necessidade de planejar bem nossas atividades, de organizar a agenda e, acima de tudo, de cultivar a disciplina. Seguem, então, sete sugestões para que o processo de organização do tempo seja bem-sucedido:

Organize todas as tarefas do dia logo cedo

Escolha o meio mais adequado ao seu perfil (papel, notebook, tablet, celular) para elencar todas as tarefas e atividades que devem ser realizadas ao longo do dia. Inclusive atividades particulares, já que também são importantes.

Enumere as atividades por ordem de importância

Priorize as atividades mais críticas, aquelas mais importantes. As de rápida solução, ataque em primeiro lugar. As que são mais demoradas, mas igualmente críticas, vêm em seguida – é o caso de pessoas que aguardam a finalização de suas atividades para darem início às delas. Assim, você já movimenta a ação de outras pessoas, mesmo que ainda tenha outras atividades pendentes.

Aprenda a executar mais de uma atividade ao mesmo tempo

A simultaneidade de tarefas é o ponto mais crítico e estressante. Mas a questão é simples: em algum momento, a atividade que você iniciou deve contar com a interação de outro agente, seja lá quem for. Enquanto você aguarda tal interação, dê início à próxima atividade priorizada. Dessa forma, você conseguirá ganhar tempo na execução de tudo o que tem de cumprir.
Importante: o segredo para a adoção do processo de execução simultânea de atividade é não se esquecer daquela que ficou pendente. Portanto, acostume-se a reavaliar seu plano de atividades e recomece o que ficou pendente de onde parou.

Seja disciplinado com sua agenda

Mantenha os compromissos assumidos, sem ceder facilmente à alteração de sua agenda. Trata-se de um ponto é delicado, já que, muitas vezes, alguns compromissos têm mais importância do que outros. Faça o seguinte: antes de ceder tranquilamente à solicitação de alteração de sua agenda, tentar negociar o novo compromisso ou tarefa para um momento em que você tenha tempo disponível, ainda não preenchido. Assim, sua organização não será afetada e, obviamente, você continuará no controle do seu tempo. Contudo, se essa renegociação for inviável, reveja todas as tarefas e compromissos afetados, refazendo toda a agenda.

Mantenha sua agenda atualizada e, de preferência, compartilhada

A atualização é fundamental, caso contrário não terá finalidade. Quanto ao compartilhamento, para os seus pares e seus gestores, trata-se de uma maneira de poder informá-los sobre sua carga de atividades para que percebam a impossibilidade de fazerem novas solicitações nos períodos já tomados por outros compromissos.

Aprenda a dizer “não” sem temor

Esse é outro ponto interessante: assumir novas atividades, mesmo quando sua agenda já está totalmente comprometida, por receio do que pensarão seus gestores/pares sobre o seu comprometimento com a empresa, com o projeto ou com a equipe, é um equívoco.
Tão grave quanto dizer “não” é não entregar o que foi prometido na data combinada. Com certeza, seu gestor gostaria muito de saber da situação antecipadamente, tendo tempo hábil para direcionar as novas tarefas a outros profissionais.

Saiba lidar com imprevistos

Imprevisível é tudo aquilo que não se pode prever, saber de antemão. Isso muitas vezes acaba por “desmontar” todo o planejamento realizado, desorganizando suas prioridades e forçando a uma nova ordenação de tarefas.
Mesmo a contragosto, temos de saber lidar com esse tipo de situação. Para minimizar os efeitos do imprevisto, vale a pena recorrer à máxima popular de que “não devemos deixar para amanhã o que pode ser feito hoje”. Isso também é válido para atividades que podem ser antecipadas. Assim você sentirá o gostinho de ter mais tempo livre.
Mesmo adotando essas dicas sobre organização do tempo, é certo que em algumas ocasiões você não conseguirá cumprir as tarefas dentro do seu horário de trabalho normal. Para isso, não existe outra solução: você terá que dedicar algum tempo extra, depois do expediente ou no final da semana, para que a sua agenda, já formatada e organizada, não seja prejudicada.
Só atente para que isso não se torne uma constante em sua vida. Os workaholics começam assim. Portanto, quanto mais controle sobre o seu tempo tiver, provavelmente terá mais tempo para aproveitá-lo da maneira que quiser.

Fonte: Webinsider