sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Internet gera onda de escritores idosos


Salman Rushdie, escritor britânico: rede social para publicação de obras que inclui leitores e escritores vem atraindo muitas pessoas acima dos 50 anos.

LONDRES - A internet está ajudando leitores de terceira idade na Grã-Bretanha a relembrar sua paixão por literatura e escrita, e uma maioria esmagadora de idosos no país veem a web como uma evolução positiva, segundo um estudo.

Cerca de 31% dos britânicos acima dos 60 anos têm vontade de publicar contos na internet e de se associar a clubes do livro, de acordo com pesquisa da organização de caridade Booktrust feita no país.

Segundo o produtor digital do HarperCollins Authonomy, Mark Johnson, a rede social para publicação de obras que inclui leitores e escritores vem atraindo muitas pessoas acima dos 50 anos.

"Talvez seja porque idade e experiência deem uma grande vantagem a qualquer um que queira escrever bem ou talvez pessoas mais velhas tenham mais tempo, e sejam mais confiantes, para compartilhar suas paixões online", disse ele.

"Mas nossa experiência sugere que as gerações mais velhas não estão apenas aprendendo a usar a internet --estão aproveitando (a internet) como nunca antes."

De acordo com a pesquisa, que entrevistou 1.162 pessoas acima dos 60 anos, 55% encaram a internet como crucial nas suas vidas, e 93% a veem como uma evolução positiva.

O estudo foi feito pela Booktrust para ajudar a promover o Bookbite, um projeto para leitores e escritores acima dos 60 anos.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/internet/internet-gera-onda-de-escritores-idosos-08022010-30.shl

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Liberar Orkut e Twitter no trabalho é produtivo

Muitos gerentes só vêem o lado negativo, "esquecendo" que as redes sociais estimulam a pró-atividade e ajudam a economizar em custos de ligações e otimizar o tempo na comunicação interna e externa. Mas se for permitido, deve ser fiscalizado?
É interessante notar como, nesse mundo dito moderno, as empresas minimamente estruturadas já contam com recursos tecnológicos até pouco tempo inimagináveis.

Redes, relatórios com gráficos, planilhas, conexões virtuais e remotas, agendas eletrônicas, e-mail e comunicação em tempo real são apenas alguns dos recursos habitualmente encontrados.

Do outro lado, dos usuários, não é segredo que os brasileiros adoram passar horas a fio em redes sociais favoritas, como Orkut, Facebook, Twitter e daí em diante. São as chamadas redes sociais que, ao lado dos facilitadores já citados acima, agora começam a ganhar espaço também dentro das empresas como instrumento de trabalho.

Vestir o Orkut, o Facebook e o Twitter com terno e gravata, ou seja, a criação de redes sociais próprias dentro das corporações, é uma das formas práticas para aperfeiçoar a troca de informações e de conhecimentos, além de estimular a pró-atividade coletiva entre funcionários – sem a necessidade de custosas ligações telefônicas ou longas trocas de e-mails.

Mesmo assim, a utilização das redes sociais corporativas por parte das empresas brasileiras ainda é tímida, principalmente se comparada à ainda ‘popular’ intranet.

Hoje, o que vemos na intranet da maioria das empresas é um apanhado de informações que teoricamente deveriam interessar a todos da companhia, o que na prática não acontece.

Fosse feito um teste dentro das empresas, garantindo o anonimato dos entrevistados, certamente a menor parte realmente avaliaria os conteúdos de sua intranet como relevantes; e poucos responderiam que encontram informações que verdadeiramente os auxiliam na execução de seus serviços.

Pode-se argumentar que a simples troca de idéias e integração dos funcionários não justifica a adoção de uma rede social corporativa. É verdade. Como também é fato que há outros fatores que, junto a este, deixam claros os benefícios de implantação.

A possibilidade de compartilhar projetos que estão sendo desenvolvidos por diferentes áreas da empresa é um deles. Outro é a possibilidade de aproximação entre os funcionários ditos de “operação” com o alto escalão da companhia.

Na prática, basta lembrar que não é tão comum ver uma equipe receber um elogio ou uma mensagem motivacional de seu presidente, a não ser em eventos de confraternização. Com a rede social, uma simples mensagem pode ser postada a todos os profissionais da empresa de uma só vez ou para profissionais de determinada área específica, em questão de segundos.

A rede social corporativa pode despertar no funcionário o sentimento de participação ativa na empresa. Mesmo que em áreas e assuntos restritos, abre-se um canal para a apresentação de idéias ou críticas, que em última análise podem ser úteis para alavancar o negócio e/ou aperfeiçoar um produto.

Como na aplicação de qualquer novidade no ambiente empresarial, os responsáveis pela rede social corporativa devem tomar determinados e importantes cuidados, principalmente com ações indevidas dos usuários, como conversas nada proveitosas, fofocas, discussões e intrigas, que podem e devem ser fiscalizadas.

Em redes sociais púbicas são comuns experiências negativas como a criação de perfis falsos e, no meio corporativo, quando não se toma o cuidado necessário, isso também pode acontecer.

Com planejamento e tais cuidados, as redes sociais corporativas serão sem dúvida ótimas ferramentas de gestão e de comunicação. O Twitter de terno e gravata chegou para ficar.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/02/11/liberar-orkut-e-twitter-no-trabalho-e-produtivo/

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Cartilha ensina jovens a se proteger nas redes sociais

O Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança (Cais), que faz parte da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) , lançou no final de 2009 uma cartilha que ensina aos internautas alguns cuidados básicos em redes sociais. A RNP é um órgão relacionado aos Ministérios da Educação e da Ciência e Tecnologia, e a cartilha foi concebida para evento em Salvador no Dia Internacional de Segurança em Informática.

A cartilha do Cais, intitulada Segurança em Redes Sociais: Recomendações Gerais, contempla os três maiores sites de relacionamento do país: Orkut, Twitter e Facebook. Ela pode ser baixada gratuitamente em PDF no site do Cais. A página é focada em segurança virtual, e traz diversas informações importantes – como dicas para comprar online com segurança.

Link para a cartilha em PDF: http://www.rnp.br/_arquivo/disi2009/rnp-disi-2009-cartilha.pdf

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/personal-nerd/2010/02/05/cartilha-ensina-jovens-a-se-proteger-nas-redes-sociais/

Internet candidata a Nobel da Paz

Pela primeira vez esta ferramenta de comunicação faz parte de uma lista de candidatos



A Internet pode muito bem ser o próximo Nobel da Paz. A iniciativa partiu da edição italiana da revista «Wired» logo após a escolha de Barack Obama para a edição de 2009. Esta é a primeira vez que uma ferramenta de comunicação é candidata ao galardão, numa lista.

A versão online da publicação criou uma página na Internet onde qualquer pessoa pode votar na candidatura a favor da rede global. O editor da «Wired» defende mesmo que a Internet é a maior rede social que a humanidade alguma vez conheceu.

Entre os apoiantes da ideia temos nomes como o estilista Giorgio Armani e o Nobel da Paz de 2003, Shirin Ebadi. No entanto, as candidaturas oficiais serão apresentadas até terça-feira.

Fonte: http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/internet-nobel-nobel-da-paz-candidatos-revista-rede-social/1137251-4069.html

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Pavilhão das letras

Uma nova categoria de livrarias mudou o cenário cultural de São Paulo nos últimos anos. São lojas acolhedoras, que nasceram com a ambição de ser mais que simples locais de venda de livros, e, rapidamente, foram adotadas pelos paulistanos como pontos de encontro. Fazem parte desse grupo a Livraria Cultura, que ocupou com uma loja de três andares o espaço do antigo cine Astor no Conjunto Nacional; e a Livraria da Vila da alameda Lorena, na qual o afamado arquiteto Isay Weinfeld criou um ambiente sofisticado, com café, auditório e uma área dedicada às crianças. Na segunda (dia 8), a cidade ganha outro endereço do gênero: a Biblioteca de São Paulo. Só que, desta vez, trata-se de um equipamento público. Instalada no parque da Juventude, na área da antiga Casa de Detenção do Carandiru, a nova biblioteca se inspirou no conceito das grandes livrarias da cidade para conquistar seus leitores. "A ideia é que ela pareça uma 'megastore' pública", diz o secretário de Cultura do Estado, João Sayad. "Ela deve ter tudo aquilo que essas lojas oferecem, mas estará aberta para atender a todos." A biblioteca custou cerca de R$ 12,5 milhões (R$ 10 milhões do Estado e R$ 2,5 milhões do Ministério da Cultura).

Fonte: Revista da Folha - 31/01/2010 - Por Maria E.Menezes