sábado, 30 de janeiro de 2010

Vida aos livros

A Casa Cor Santa Catarina 2010, que abre as portas dia 5 março, no CIC - Centro Integrado de Cultura (Avenida Gov. Irineu Bornhausen, nº 5600 - Agronômica – Florianópolis/SC), terá 59 ambientes unindo cultura e sustentabilidade. Dois deles, a biblioteca e circulação da biblioteca, com área total de 57 m², sob a responsabilidade dos arquitetos Lúcia Horta de Almeida César Rocha e Marcelo Nuernberg Schroeder, têm como conceito a experimentação de sensações provocadas por intervalos e passagens entre ambientações distintas. A intenção é que atividades como as de uma sala de estar, de galerias de arte e sala de TV estejam reunidas ao redor dos livros e das coleções oferecidas pela biblioteca. A descoberta de diferentes ambientações ao longo do percurso criado no espaço tem um paralelo com a experiência própria da descoberta oferecida pelos livros. Nos livros, assim como na arquitetura, se pode experimentar a surpresa, o percorrer de uma trajetória permeada por sensações e imagens de lugares especiais

PublishNews - 29/01/2010 - Por Redação

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Troca de livros pode levar a uma economia

Com listas que chegam a até 25 livros por ano, colégios particulares de São Paulo têm incentivado a troca e o reaproveitamento das obras entre os alunos. Em muitas escolas, as famílias economizam até R$ 800 nas feiras de troca, bazares e brechós. Além do aspecto financeiro, pais afirmam que a iniciativa ensina práticas de sustentabilidade desde a infância. "Todos os livros que estão em boas condições a gente reaproveita, e eu ensino minha filha a não rasgar e rabiscar", conta Luzia Bouzan Costa, mãe de uma aluna do Colégio Santa Maria, na zona sul da capital. Luzia afirma que 80% dos livros que a filha Cristina usará vieram do brechó. "Economizei cerca de R$ 500 com as trocas." Apenas os livros de inglês, cujas respostas são escritas nas próprias folhas, não puderam ser reaproveitados.

Fonte: O Estado de S. Paulo - 25/01/2010 - Por Simone Iwasso e Mariana Mandelli

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Criança que lê mais escreve melhor

Pesquisa do The Nacional Literacy Trust (fundo nacional de alfabetização do Reino Unido), com 3 mil crianças, mostra a correlação entre o uso das mídias sociais e seu conhecimento da leitura e escrita. As mídias sociais, ao que tudo indica, ajudam as crianças a se tornarem mais literatas. As crianças inglesas que escrevem mais posts em blogs, mensagens instantâneas e outros textos também são as melhores em leitura e escrita. Outro estudo da Eurostat, que cuida das estatísticas para a União Europeia, mostra que há uma forte correlação entre educação e atividade on-line, indica Galeno Amorim.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Leitores de livros eletrônicos viram febre

Lançamentos vão de primos pobres do Kindle a modelos que inovam ao integrar conteúdo multimídia

Se leitor de livro eletrônico é sinônimo de Kindle para você, prepare-se para conhecer uma enxurrada de novas opções ao longo deste ano. A maioria não passa de um primo pobre do Kindle, mas alguns inovam ao permitir a visualização de conteúdo multimídia. Um dos destaques entre os e-readers foi o Que, da Plastic Logic. O aparelho tem uma enorme tela sensível ao toque de 11 polegadas, que permite visualizar com conforto documentos em PDF, arquivos do Microsoft Word, apresentações do PowerPoint e planilhas em Excel, além de jornais e revistas. O Que deve chegar ao mercado norte-americano em abril por US$ 649 (com 4 Gbytes de memória e Wi-Fi) e US$ 799 (8 Gbytes, Wi-Fi e 3G). Um concorrente direto do Que é o Skiff, que conta com uma tela de 11,5 polegadas e foi feito, principalmente, para permitir a leitura de jornais e revistas, além de e-books e documentos. O aparelho tem tela sensível ao toque e sua bateria dura uma semana, segundo a sua fabricante, a Hearst.

Folha de São Paulo - 13/01/2010 - Daniela Arrais

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Robôs substituirão bibliotecários britânicos


Livro antigo da Biblioteca Nacional do Reino Unido: livros serão armazenados em contêineres, que serão empilhados seguindo um algoritmo que calcula a demanda por certos títulos.

LONDRES - A Biblioteca Nacional do Reino Unido vai remanejar parte de seu acervo em um novo prédio, onde a responsabilidade pelo armazenamento e coleta de sete milhões de itens passará de um bibliotecário a uma grua robotizada.
O centro climatizado de 30 milhões de libras na cidade de Boston Spa, no norte da Inglaterra, vai abrigar o equivalente a 262 quilômetros de estantes, em um tipo de armazenamento de alta-densidade que normalmente é usado mais por varejistas do que por livrarias.
O diretor de finanças e serviços corporativos da biblioteca, Steve Morris, afirmou que os livros serão armazenados em contêineres, que serão empilhados seguindo um algoritmo que calcula a demanda por certos títulos.
"As gruas, na verdade, são a única parte da organização agora que saberão onde está o material", disse Morris.
"Ao longo do tempo, com o material sendo acessado, o sistema irá lembrar quais livros são mais pesquisados e irá guardar esses livros na frente no prédio, para que sejam acessados mais facilmente",
A nova tecnologia significa que apenas oito pessoas serão necessárias para acessar o acervo que será mantido no centro.
"Antigamente, andávamos pelos andares e buscávamos os livros nós mesmos, mas com isso, quando estiver tudo lá, tudo o que precisamos fazer é apertar um botão e ele vem até nós", disse a bibliotecária Alison Stephenson.
Stephenson e seus colegas estão checando os livros que chegam de Londres antes de serem colocados nos contêineres e levados para dentro do prédio pelos robôs.
"Se você colocar um livro na caixa errada nesse prédio, então, com efeito, você nunca mais irá encontrá-lo", disse Morris.
A construção do centro deve ser concluída até meados de 2011, complementando sua sede no bairro de St. Pacras, em Londres, onde os livros estarão disponíveis 48 horas após serem solicitados de Boston Spa.

http://info.abril.com.br/noticias/ti/robos-substituirao-bibliotecarios-britanicos-25112009-6.shl